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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

21
Dez21

Nesta altura do ano...

Mäyjo

Nesta altura do ano, há uma variedade de fatores que muitas vezes levam a que esta época de festas se transforme numa época nem sempre muito fácil e feliz.

Esta época está recheada de coisas doces, mas não só... traz muitas vezes desafios apensos. Há algumas vivências menos agradáveis que esta quadra pode trazer:

As pessoas que já cá não estão e cujas saudades doem um bocadinho mais nesta altura do ano...

As pessoas que não queremos desapontar na época de festas, mesmo que as afinidades sejam agridoces...

A diversidade de atividades em que nos obrigamos (ou sentimos obrigados) a participar (ou organizar) mesmo que não nos façam felizes...

A solidão e isolamento das nossas vidas que muitas vezes tentamos camuflar e que careceriam de mais proximidade afetiva...

A expetativa social que nos leva a imaginar um Natal “perfeito”, rematado com a foto da típica família feliz, vestida com as típicas camisolas vermelhas e enfeites de Natal na cabeça...

Há algum tempo alguém (ainda muito jovem) perguntava-me pelo presente que esperava ter recebido, mas que a pandemia não tinha deixado, e quase de imediato disse: “É verdade tu não dás prendas!” O “hábito” já vem de família, pois um familiar mais velho (há muito anos) disse-me uma vez: “Parti o prato que me deste, mas ainda bem que foi esse; se fosse o que a A. me tinha dado era pior, pois era de cristal!” O prato a que ela se referia tinha sido um presente de Natal e tinha sido pintado por mim...

Depois deste episódio fiquei a pensar: Porque tenho de corresponder a estes valores que não correspondem aos meus?

Viver a tradição dos tempos modernos desta forma aumenta a pressão que sentimos, oferecer o presente adequado, corresponder ao que se espera de nós, socialmente, para nos sentirmos validados porque oferecemos a prenda mais cara...

A minha história pessoal ensinou-me a abordar esta época de maneira diferente: oferecer experiências, doar o meu tempo, a minha presença! Fazer os meus próprios presentes ou surpreender com presentes inesperados, mas com significado especial!Na minha opinião é cada vez mais importante apreciar a partilha sincera. Desligar o significado do momento do materialismo instalado.

É preciso cada vez mais estar presente, de facto, e não apenas presentear.

Neste Natal que sejamos gentis, generosos e pacientes com os outros, mas principalmente connosco!

Cuidemos dos outros, mas também de nós!

Façamos os outros felizes, mas façamo-nos também felizes a nós próprios!!

Boas Festas!

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... e um doce Natal!

 

14
Out21

Aprendi...

Mäyjo

Que o silêncio é a melhor resposta, quando não nos queremos aborrecer.

Que os verdadeiros amigos estão sempre aqui.

Que as pessoas acabam sempre por se revelar.

Que temos sempre muito para aprender.

Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.

Que dar um carinho também faz...

Que sonhar é preciso.

Que se deve ser criança a vida toda.

Que a opinião dos outros não é importante.

Que o que realmente importa é a PAZ interior.

E principalmente, aprendi que não se pode morrer, para aprender a VIVER.

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23
Set21

Coisas que o passar dos anos me ensinou

Mäyjo

Vidas perfeitas não existem, apenas bons atores.

Não vale a pena perder tempo com rancor, mais vale “desperdiçar” tempo a divertirmo-nos.

Não se deve tomar decisões nos dias em que estamos tristes.

O trabalho é apenas uma forma de termos dinheiro para fazermos o que nos deixa felizes.

Temos de poupar para os tempos da reforma: temos de investir em amor.

Podemos não ter vivido a infância que gostaríamos, mas depois dessa fase é responsabilidade nossa.

Temos de estar sempre preparados … pois nunca se sabe quando surge a oportunidade.

Não devemos comprar sapatos pequenos, roupas apertadas... nem forçar afetos.

Não nos devemos comparar com ninguém; somos únicos.

Não devemos deixar as melhores roupas, louças e, principalmente, palavras guardadas para o dia “certo”.

A perdoar, mas não a esquecer.

Os milagres acontecem... mas temos de trabalhar para eles.

A rir das situações, afinal isto é apenas uma passagem e não vale a pena levarmos tudo demasiado a sério.

Humildade não é baixa autoestima.

Amor próprio não é narcisismo.

Pessoas com cérebros ativos e corações inteligentes são jovens para sempre!

Nada é eterno, nem a dor e nem a felicidade.

É muito importante ter com quem compartilhar o riso e as lágrimas.

O maior sucesso de todos? Amar e ser amado!

A VIDA não é justa, mas existir é MARAVILHOSO!

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22
Set09

A simplicidade das coisas

Mäyjo

 

A simplicidade das coisas não se encontra nelas, antes na sabedoria de quem as olha.
Há pessoas que encontram a maior das felicidades na simplicidade, enquanto outras só no luxo.
Não podemos mudar a forma como vemos o mundo! Apenas uns preferem o simples ao complicado, outros o complicado ao simples...
A verdade é que muito mais depressa atingimos a felicidade através de uma filosofia minimalista do que através de um emaranhado de ideias sem nexo.
Para quê complicar? A vida é tão simples, nós é que a complicamos.

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