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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

14
Out21

Aprendi...

Mäyjo

Que o silêncio é a melhor resposta, quando não nos queremos aborrecer.

Que os verdadeiros amigos estão sempre aqui.

Que as pessoas acabam sempre por se revelar.

Que temos sempre muito para aprender.

Que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde.

Que dar um carinho também faz...

Que sonhar é preciso.

Que se deve ser criança a vida toda.

Que a opinião dos outros não é importante.

Que o que realmente importa é a PAZ interior.

E principalmente, aprendi que não se pode morrer, para aprender a VIVER.

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23
Set21

Coisas que o passar dos anos me ensinou

Mäyjo

Vidas perfeitas não existem, apenas bons atores.

Não vale a pena perder tempo com rancor, mais vale “desperdiçar” tempo a divertirmo-nos.

Não se deve tomar decisões nos dias em que estamos tristes.

O trabalho é apenas uma forma de termos dinheiro para fazermos o que nos deixa felizes.

Temos de poupar para os tempos da reforma: temos de investir em amor.

Podemos não ter vivido a infância que gostaríamos, mas depois dessa fase é responsabilidade nossa.

Temos de estar sempre preparados … pois nunca se sabe quando surge a oportunidade.

Não devemos comprar sapatos pequenos, roupas apertadas... nem forçar afetos.

Não nos devemos comparar com ninguém; somos únicos.

Não devemos deixar as melhores roupas, louças e, principalmente, palavras guardadas para o dia “certo”.

A perdoar, mas não a esquecer.

Os milagres acontecem... mas temos de trabalhar para eles.

A rir das situações, afinal isto é apenas uma passagem e não vale a pena levarmos tudo demasiado a sério.

Humildade não é baixa autoestima.

Amor próprio não é narcisismo.

Pessoas com cérebros ativos e corações inteligentes são jovens para sempre!

Nada é eterno, nem a dor e nem a felicidade.

É muito importante ter com quem compartilhar o riso e as lágrimas.

O maior sucesso de todos? Amar e ser amado!

A VIDA não é justa, mas existir é MARAVILHOSO!

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17
Set21

Embora ninguém possa...

Mäyjo
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
Vive cada momento como se fosse o último!

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(Do baú das memórias do FB. Publicado originalmente há 11 anos)
 
 
04
Jan21

Do “passou-se” ao “já lá vai”...

Mäyjo
Ou uma reflexão sobre o período das Festas.

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Então, como foi o Natal? E essa passagem de ano?
As mesmas perguntas de sempre repetem-se. As respostas, essas divergem... proporcionalmente à emoção de quem responde.
“Passou-se”, quando o contributo para a nossa felicidade provavelmente não compensou toda a correria e o dinheiro gasto.
“Já passou”, quando a ansiedade que causou finalmente chegou ao fim.
Se pensarmos um pouco: O que queremos dizer quando desejamos “Boas Festas”?

A expressão “Boas Festas” reflete a expectativa de que esta seja uma época positiva. Com a família reunida, com regressos a casa, com tempo para pôr a conversa em dia, com sorrisos e petiscos, com presentes bons e casas bonitas como nas revistas e nos anúncios da televisão. Mas a realidade muitas vezes é bem diferente e quando as expectativas são altas e o resultado é diferente do esperado a palavra de ordem é desilusão (para não verbalizar frustração, tristeza...) E mesmo quando afinal até temos umas Boas Festas acabamos muitas vezes por nos sentirmos culpados por estramos felizes, enquanto outros estão tristes e não partilham da nossa felicidade... 

Quero acreditar que há cada vez mais sensibilidade para se perceber o que não está bem como outro e que há quem se esforce por combater o que anda de errado com o Natal há tanto tempo: procurando mais no menos e estando mais do que fazendo!
Que o novo ano que agora começou tenha mais dessa sensibilidade, dessa empatia, desses esforços, desse menos e desse estar.

Para que, quando nos perguntarem como foi o Natal e o fim-de-ano, possamos dizer mais vezes “passei bem”.

 
27
Dez20

E o Natal já lá vai!

Mäyjo

E o Natal já lá vai!

Depois de termos andado a espalhar abraços e beijinhos (virtuais) por todos os lados, de nos termos deixado hipnotizar pelas luzes e cantado todos os cânticos que sabíamos até ficarmos sem voz, chegou a hora de pensar e este período entre o Natal e o Ano Novo é uma boa altura para isso.

Acho que num ano como 2020 faz ainda mais sentido parar para pensar nas coisas boas que nos aconteceram, celebrá-las e desejar que o ano que vem seja bem melhor!

A situação de crise que vivemos levou-nos (e por vezes ainda nos leva) a maior stress, medos e irritações fáceis. Viver o amor nas suas diferentes formas e expressar os afetos tornou-se um desafio constante com as obrigações de distanciamento físico e social. Tudo isto empurrou-nos para uma diminuição da convivência e para sentimentos de depressão e solidão que podem (e devem) ser combatidos com a PRESENÇA!

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Estar presente é dedicar tempo ao outro: prestar-lhe atenção, escutá-lo, sem ser distraído por outras coisas. 

Mesmo quando não se pode partilhar beijos e abraços, é possível partilhar sentimentos, manter um diálogo sincero e positivo e ser sensível às necessidades dos outros.

Que estes tempos nos ajudem a reflectir e a escolher caminhos que nos aproximem uns dos outros e que nos permitam ser mais solidários, mais disponíveis. 

Que o melhor do Natal perdure por todos os dias do próximo ano: dar valor a quem importa e se importa, agradecer a quem está sempre presente, abraçar quem cuida, querer bem a quem nos quer bem, gostar muito de quem gosta tanto de nós, agradecer a quem nos diz a verdade, a quem nos faz ver ''as coisas'', a quem não nos deixa desistir, a quem dá estimulo ao nosso coração, a quem fica perto, mesmo que longe, porque vive connosco do lado de dentro.
Que o melhor do Natal seja - sempre - as pessoas que nos fazem bem!
A elas: obrigada pelo Natal que nos trazem todos os dias.

🎀Feliz Natal todos os dias🎀 

 

18
Mai20

Os nossos idosos...

Mäyjo

Os nossos idosos foram quase sempre pessoas extraordinárias ao longo de sua vida “produtiva”. Eles têm, quase sempre, uma história linda de perseverança, de coragem, de derrotas e superações. Eles têm uma história, que está viva em nós!

Por isso, hoje, quando eles beneficiam (sem culpa) de momentos de inutilidade, eu me encho de ternura. É bom vê-los sem a neurose das contas, sem a necessidade de cumprir afazeres, obrigações.

Nas suas vidas inúteis eles estão livres!! Eles podem conversar com os amigos imaginários nas fotos, eles podem saborear os pequenos prazeres da vida: dormir, passear, ouvir música sem preocupação. Agora chegaram àquela fase da vida em que têm quem cuide deles, quem lhes dê as refeições a horas, lhes lave a sua roupa, lhes dê o banho, quem dance com eles, e lhes ponha na cama cobertas quentinhas. 

Eles são vidas que foram vividas na plenitude, mas, em muitos casos, sempre acorrentadas ao trabalho, à obrigação, ao dever. Agora, não. São corpos dançantes, que tomam vinho e dispensam o que não querem comer. 

É por isso que a vida deles importa. Tanto quanto a de um jovem que ainda não viveu tudo o que eles já percorreram. É por isso que não é possível (não se deve) escolher entre um e outro. Cada um é um universo. O jovem, ainda em jornada. O velho, que já cumpriu tanto. 
A proposta do “deixa morrer os velhos e os fracos”, que aparece agora, com a pandemia, tem-me consumido os dias e noites. Não posso aceitar. Porque, como Manoel de Barros, tenho respeito pelas coisas inúteis, que existem apenas para prazer. Um velho dedal esquecido numa caixa, um quadro sem valor, um lápis de cor partido. Coisa que lembram beleza. Os velhos, esses seres de tanta vida, são assim. Seres de fruição. Evocadores de beleza. Eles merecem viver sem a pressão de serem úteis. 

Eles são velhos, inúteis agora, mas já traçaram um caminho nesse mundo imenso. As suas vidas importam. E muito. Assim como a vida de todos os velhos e velhas desse planeta azul, cheios de histórias, memórias e encantos!

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