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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

28
Fev10

Pensamentos - 14

Mäyjo

«Estou aqui, não porque tenha obrigação de estar, não porque me sinta encurralado nesta situação, mas porque prefiro estar contigo a estar em qualquer outra parte do mundo inteiro.»

 

 

 

 

Richard Bach (in A Ponte para a Eternidade)

12
Set09

O Vencedor e o Perdedor

Mäyjo

 

Um vencedor é sempre parte da resposta.
Um perdedor é sempre parte do problema.
 
Um vencedor possui sempre um programa
Um perdedor possui sempre uma desculpa.
 
Um vencedor diz “Deixe-me ajudá-lo”.
Um perdedor diz “Não é minha Obrigação”.
 
Um vencedor vislumbra uma resposta para cada problema.
Um perdedor vê todos os problemas, sem Resposta.
 
Um vencedor diz “Pode ser difícil, mas não impossível”
Um perdedor diz “pode ser possível, mas é dificil”
 
Um vencedor entende que sem Deus não poderá encontrar-se com o melhor, para a sua Vida.
Um perdedor crê que pode viver sempre baseado em seus recursos próprios e seu orgulho pessoal.
21
Abr09

Um chá no presente

Mäyjo

O monge e filósofo budista Thich Nhat Hanh escreve sobre como apreciar uma boa chávena de chá... e algo mais.

"Temos que estar totalmente despertos no presente para apreciar o chá.

Apenas com a consciência no presente, as nossas mãos podem sentir o agradável calor da chávena.

Apenas no presente podemos apreciar o aroma, sentir a doçura e saborear a delicadeza.

Se estamos a ruminar sobre o passado ou preocupados com o futuro, perdemos por completo a experiência de apreciar a chávena de chá. Olharemos para a chávena e o chá terá já terminado.

A vida é assim. Se não estamos totalmente no presente, quando olharmos à nossa volta esta terá desaparecido.

Teremos perdido a sensação, o aroma, a delicadeza e a beleza da Vida.

Parecerá ter passado a correr por nós.

O passado terminou. Aprendamos com ele e deixemo-lo ir. O futuro ainda não está aqui.

Planeemos, sim, mas não gastemos o tempo a preocupar-nos com ele.

A preocupação é uma perda de tempo.

Quando pararmos de ruminar sobre o que já aconteceu, quando pararmos de nos preocupar com o que poderá nunca vir a acontecer, então estaremos no momento presente.

Só então começaremos a experimentar a alegria de viver..."

 

 

Aqui está algo que eu tenho que começar a fazer…

19
Abr09

Lenda Árabe

Mäyjo

Uma lenda oriental sobre a reacção aos actos dos outros

Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em determinado ponto da viagem discutiram. O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia:
Hoje, o meu melhor amigo bateu-me no rosto.

Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra:
Hoje, o meu melhor amigo salvou-me a vida.

Intrigado, o amigo perguntou:
Porque é que quando te bati, escreveste na areia e agora escreveste na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu: "Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração onde vento nenhum do mundo poderá apagar".

 

16
Abr09

A Carroça

Mäyjo

Parábola sobre o quanto a cortesia é importante na vida...

Uma das grandes preocupações do nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.

Por várias vezes percebia o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas, de interromper a conversa quando alguém estava a falar. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.

Certa manhã bem cedo, o meu pai convidou-me para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Acedi com grande alegria e lá fomos nós, humedecendo os nossos sapatos com o orvalho da relva.

Ele se parou numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, perguntou- me:

- Estás a ouvir alguma coisa para além do canto dos pássaros?

Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:

- Estou a ouvir o barulho de uma carroça que deve estar a descer pela estrada. - Isso mesmo...disse ele. É uma carroça vazia. Sabes porquê?

- Não, respondi intrigado.

Então, o meu pai pôs-me a mão no ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, E disse:

- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto. E, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa, ou quando eu mesmo, por distracção, me vejo prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar a ouvir a voz do meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:

- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!

Autor: Desconhecido

 

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