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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

29
Dez21

Em 2022 vou estar mais presente

Mäyjo

2021 voltou a ser um ano intenso e desafiante. Apesar de todas os reveses, acabou por passar a correr...

Há quanto tempo me falta o tempo?

Sem que quase tenha dado conta, já passou mais um ano... Muito do tempo foi passado com os olhos posto em écrans – por obrigação, mas também por opção...

Desse tempo, o que ficará guardado na minha memória?

Por vezes ouço a minha mãe dizer: “Passam tempo a mais aí!”

Fico desarmada quando sinto a sua sinceridade; a sinceridade de quem já lhe resta pouco tempo para estar com aqueles que que ela traz à flor da pele e cujo riso e o brilho nos olhos a fazem vibrar.

Há quanto tempo não tenho a “casa” cheia com gargalhadas da mesma cor que a minha?

Depois disto penso se estou disposta a alterar alguma coisa no meu dia-a-dia.

Continuo a acreditar no poder das palavras: as palavras certas podem mudar as pessoas e as pessoas certas mudam o mundo. Comecemos pelo nosso. 

É assim que pretendo inaugurar o novo ano: em 2022 vou estar ainda mais presente!

Quince1.jpg

28
Set21

A vida começa...

Mäyjo

A vida começa quando nascemos. Do amor.
Há momentos em que se vira toda ao contrário e nós fazemos o que conseguimos para acompanhá-la.
Há momentos de pura felicidade, no meio de outros imensamente tristes.
A vida deve ser bonita, cheia de gargalhadas. Devemos amar e ser amados... e devemos sentir-nos bonitos enquanto envelhecemos.

Como escreve Vergílio Ferreira 
"Não mudamos com a idade na estrutura do que somos. Apenas, como na música, somo-lo noutro tom."

A vida começa.jpg

 

01
Mar21

Está na altura de mudar

Mäyjo

Tenho refletido e apercebi-me de que, por vezes (muitas...), tenho sido chata. Queixei-me vezes de mais de alguns contratempos, esquecendo-me de apreciar e dar valor às coisas que tenho de melhor...

Mas agora será diferente. Vou (tentar) seguir algumas “regras” que estabeleci para mim própria:

- Fazer algo que goste, todos os dias

- Pensar sempre positivo

- Fazer mais exercício

- Conhecer-me melhor a mim mesma

- Sair com amigos(a)

- Ser mais ativa

- Evitar os problemas

- Descontrair

- Ouvir mais e falar menos

- Melhorar a postura (as pessoas que andam direitas são mais atraentes)

- Falar mais devagar (por estranho que pareça, há quem diga que as pessoas que falam muito depressa têm medo de ser ouvidas e pensam que ninguém as quer ouvir. Uma pessoa inteligente fala devagar!)

- SORRIR!!! (sorrir é uma maneira económica de melhorar o nosso aspeto)

IMG_8181-612x817.png

 

11
Jul09

Novas amizades

Mäyjo

Ele há dias...

em que constatamos que o tempo passa e não é só para nós.

 

Acabei de falar com uma pessoa no telefone que me esteve a contar as peripécias de um jovem (da idade de alguns que eu sei que aqui vêm).

Fiquei surpresa ao ver que a geração de hoje é diferente da minha, ou pelo menos de mim. Essa pessoa contava-me que esse jovem tem uma espécie de "amizade colorida" e que já anda de mão dada à frente dos familiares e tudo, frequentam as casas um do outro, há saídas em conjunta de ambas as famílias. Mas não passam de "Amigos", pelo menos oficialmente.

 

Ponho-me a pensar: mudam-se os tempos, mudam-se as vontades e o temo é composto de mudança, já lá dizia o outro!

 

Tenho que me conformar que o milénio é outro, não foi só a tecnologia que mudou!

Mas confesso que tenho medo, parece-me que hoje anda tudo depressa de mais, queremos processadores cada vez mais rápidos e parece que aplicámos a mesma ideia às nossas vidas.

Assim são também as relações - efémeras. Se calhar eles é que têm razão!

 

 

 

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