Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

18
Ago22

Colecionadores de memórias...

Mäyjo
Somos colecionadores de memórias.
Registamos momentos, alegrias... altos e baixos da vida.
Guardamos os livros que mais nos marcaram.
Vamos colecionando memórias de gestos, de imagens ou de sons... Ouvimos vezes sem conta as músicas que nos transmitem energia. Registamos os filmes que nos fizeram chorar, rir ou pular de entusiasmo.
Guardamos as palavras e o carinho de quem acreditou em nós e nos disse: «Vai, tu és capaz!»
Vamos colecionando experiências, encontros, sentimentos.
Registamos os momentos que nos fizeram felizes: recordamos com nostalgia o sabor do primeiro beijo, a lembrança de passear junto ao mar de mão dada, a alegria de ver as estrelas numa noite de Verão, ou os sentimentos “pululantes” do dia do nosso casamento!
Guardamos com um sorriso as pessoas que nos fazem sentir bem, com quem gostamos de estar. Somos aquilo que vivemos!!
 

13427895_10204645685341647_629150316031723965_n.jp

(Do baú das mémórias: publicado originalmente no FB a 14/06/2016)
14
Abr22

O sótão

Mäyjo

Diz-se que os "macaquinhos" de uma criança (e não só), são guardados no sótão, mas afinal ao que parece são transportados na cabeça.

Mas neste local, normalmente, há objetos “esquisitos” carregados de histórias. Lembro-me do sótão da casa da minha avó materna... Era um espaço escuro de que eu, quando era pequena, tinha medo... com arcas, cheias de memórias, em que raramente me deixavam mexer... Talvez por que ela tivesse medo que eu desordenasse essas memórias e dessa forma elas deixassem de existir...

Na verdade, foi apenas após a sua morte que eu, realmente, “visitei” aquele espaço; que eu, já sem a ajuda dela, “desarrumei” essa parte das minhas origens. E afinal existia – nestes locais, existe sempre! - uma arrumação. Primorosamente... desarrumada. Eram imensas caixas que guardavam tantas coisas (seguramente, preciosas, pelo menos para ela). Devia ser obrigatório existir em todas as casas um sítio assim... Fechado à chave. Um espaço onde o passado se guarda para o futuro de modo a perpetuar as memórias de uma família e o seu “ADN”. E isso é, mesmo, muito bom.

O sotão.jpg

 

28
Fev22

Família

Mäyjo

Os momentos em família devem ser, sempre, momentos de comunhão, conversas cruzadas, gargalhadas; oportunidades para contar histórias, para falar disto e daquilo...
A família é sempre o porto seguro. É bom podermos estar com aqueles que nos acompanham e que nos ajudam sempre que é preciso.

Um dos valores mais importante é a família. Estar junto, nem que seja por apenas alguns instantes, mas estar lá, de corpo inteiro, com a alma. Partilhar sentimentos, criar memórias, viver com quem é importante para nós, é mesmo muito importante!

Família.jpg

 

 

20
Nov21

Acho que não estou sozinha...

Mäyjo

Acho que não estou sozinha quando me interrogo se o que faço afeta alguém, marca alguém (pela positiva, claro) ou deixa uma memória... Porque acredito que a vida mais não é do que uma luta pela memória.

Quando eu partir, quem se lembrará de mim e como?

Na minha profissão, no meio de tanta indiferença de tantos e tantos alunos, por vezes tenho a sensação de que passei por aqui, sem que o meu “barco” tenha alguma vez feito uma ondita, que seja, no mar.

Captura de ecrã 2021-07-20, às 16.16.13.png

 

14
Jun21

Somos colecionadores de memórias.

Mäyjo
Somos colecionadores de memórias!
Registamos momentos, alegrias... altos e baixos da vida.
Guardamos os livros que mais nos marcaram.
Vamos colecionando memórias de gestos, de imagens ou de sons... Ouvimos vezes sem conta as músicas que nos transmitem energia. Registamos os filmes que nos fizeram chorar, rir ou pular de entusiasmo.
Guardamos as palavras e o carinho de quem acreditou em nós e nos disse: «Vai, tu és capaz!»
Vamos colecionando experiências, encontros, sentimentos.
Registamos os momentos que nos fizeram felizes: recordamos com nostalgia o sabor do primeiro beijo, a lembrança de passear junto ao mar de mão dada, a alegria de ver as estrelas numa noite de Verão, ou os sentimentos “pululantes” do dia do nosso casamento!
Guardamos com um sorriso as pessoas que nos fazem sentir bem, com quem gostamos de estar. Somos aquilo que vivemos!!
 

13427895_10204645685341647_629150316031723965_n.jp

PS- Encontardo no baú das memórias que o FB nos mosta de vez em quando... Publicado pela primeira vez há 5 anos!

05
Fev21

A imortalidade

Mäyjo

Se o meu pai fosse vivo faria hoje 82 anos... 

Cada um de nós, quando tem um filho, transporta o passado até ao presente e perpetua-o no futuro. Eu há 27 anos eternizei os meus antepassados e dei mais um passo no caminho da imortalidade, pois acho que através de um filho nos tornamos imortais!

Por exemplo, os avós não morrem! ... porque ficam gravados nas nossas emoções de um modo mais perfeito e profundo do que a simples genética. Eles nos ensinaram a ir um pouco mais devagar e ao ritmo deles, a desfrutar uma tarde no campo, a descobrir que os bons livros têm um cheiro especial e que existe uma linguagem que vai muito mais além das palavras! É a linguagem de um abraço, de um carinho, de um sorriso cúmplice... e de um passeio partilhando silêncios enquanto simplesmente se usufrui da companhia do outro, enquanto se olha o horizonte. Tudo isso perdurará para sempre, e é aí onde acontece a verdadeira eternidade das pessoas.

Nós apenas morremos quando a última pessoa viva se esquece de nós.

Mais do que apenas ser feliz quero fazer os outros felizes. Quando morrer quero sentir que deixei a minha marca e que fiz a diferença para alguém!

Gosto de sentir que posso continuar a viver através dos outros que cá vão continuar...

A minha pegada digital irá contribuir um pouco para essa imortalidade e um dia, mais tarde, os meus descendentes (netos e bisnetos) poderão pesquisar e ficar saber um pouco mais sobre mim.

71395931_2368425839919941_1127067450752368640_n.jp

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2022
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D