Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

01
Jun22

Junho...

Mäyjo

Junho cheira a manjerico e a sardinha assada. Cheira a dias de sol e a festas populares.

Com junho vem a vontade de ir à praia, de passear à beira-mar, de comer gelados...

Junho cheira a Verão... sabe a fruta madura, a saladas de tomate com pimentos assados. Sabe a abraços, a beijos doces e a namoricos... e a festas até ser dia!

Junho costuma ser um mês feliz. Cheio de luz. 

A cada dia que passa, procuro ser feliz. Uma das estratégias que encontrei para tentar alcançar esse meu propósito, é fazer coisas. Todos os dias procuro fazer algo que seja especial, que me faça sorrir e que me ajude a crer que assim a vida tem muito mais piada. Uma das coisas que procuro fazer é olhar para o céu! A simplicidade de um céu azul bordado de nuvens, é inspirador!

Os balanços que faço são o eco disso, ajudam-me a perceber o que vivi. Na vida, o importante é aproveitarmos, da melhor forma possível, cada dia que nos é permitido viver.

Junho....jpg

 

05
Abr22

Hoje...

Mäyjo
Hoje acordei cedo, mais cedo ainda que o normal.
Levantei-me e vi que o sol já estava a querer dar um ar da sua graça, pensei no quão grata teria de estar por ter oportunidade de ver esse maravilhoso sol que me dava bom dia!
Pensei que tinha até às 24 uma série de horas para escolher o que fazer com elas… obviamente que grande parte vai ser gasta a trabalhar! Mas mais que isso eu queria escolher o modo como as ia viver: se cansada, a lamentar e depressiva, se grata, feliz e em paz.
E achei que o melhor seria escolher a ultima parte – fiz um pacto com a felicidade!
Hoje mesmo que chova muito, mesmo que eu me atole em papéis e mais papéis, mesmo que nem tudo corra como eu desejo, não me vou esquecer que tudo isso faz parte e lastimar não iria resolver nada… nem parar a chuva nem fazer as contrariedades sumirem.
Vou aproveitar cada momento e VIVER o meu dia!
E SORRIR!!!!
Bom dia!!!

60597_3941791882823_2092635834_n.jpg

(do baú das memórias do FB  - publicado originalmente a 5/4/2013)

26
Mar22

“Ferramentas” que me ajudam a retornar ao aqui e agora

Mäyjo

Nos dias de hoje é cada vez mais importante viver no momento presente. Se não for possível fazê-lo nas 24 horas do dia, devemos de procurar situações que nos permitam usufruir do momento presente na sua plenitude e, dessa forma, recarregar as baterias, deixando os ressentimentos no passado e evitando as preocupações do futuro.

Há algumas coisas que me ajudam a “esvaziar a cabeça” e a recuperar a energia...

  1. passar tempo ao ar livre: caminhar pela praia, caminhar onde consigo ver o céu, sentir a brisa, sentar-me no meu jardim, “lagartar” ar sol, ouvir os pássaros a chilrear, jardinar;
  2. encher a banheira de água (eu sei que é pouco ecológico...) e tomar um banho de espuma quente;
  3. ouvir música calma e relaxante;
  4. beber um chá quente e fechar os olhos;
  5. passar tempo com os meus animais de estimação;
  6. fazer exercício, principalmente caminhadas;
  7. meditar;
  8. fazer os meus passatempos favoritos (pois concentram a minha atenção completamente): crochet, tricot, pintura, artesanato, desenhar...
  9. ler um bom livro;
  10. molengar numa cama de rede.

Ferramentas.jpg

 

07
Mar22

Que os filhos possam ser sempre felizes

Mäyjo

Há quase 3 décadas, por esta altura, contigo deitado ao meu lado, sentia-me apavorada enquanto tentava conhecer cada pedacinho daquele corpo pequenino e indefeso. Não sabia na altura, como não soube durante muito tempo, que o medo nunca mais me largaria...

Se na época o meu medo passava por te alimentar devidamente e se respiravas durante a noite, hoje o meu medo está focado em saber se és feliz. E isso é avassalador... aterrador... Essa incerteza faz-nos transpor barreiras que nunca pensáramos, faz-nos cometer insanidades, rasga-nos o peito, faz-nos gritar e dar murros na mesa...

Deixar os filhos voar ao mesmo tempo que lhes guardamos um lugar vitalício debaixo da nossa asa, um lugar no nosso colo para sempre, penso que será a felicidade de um filho.

Que os filhos possam ser sempre felizes, que se mantenham únicos e íntegros, livre e seguros, doces e rebeldes...

Iremos amá-los sempre como são, melhores do que um sonho!

273654790_493899198772605_2723569483621743637_n.jp

28
Fev22

Família

Mäyjo

Os momentos em família devem ser, sempre, momentos de comunhão, conversas cruzadas, gargalhadas; oportunidades para contar histórias, para falar disto e daquilo...
A família é sempre o porto seguro. É bom podermos estar com aqueles que nos acompanham e que nos ajudam sempre que é preciso.

Um dos valores mais importante é a família. Estar junto, nem que seja por apenas alguns instantes, mas estar lá, de corpo inteiro, com a alma. Partilhar sentimentos, criar memórias, viver com quem é importante para nós, é mesmo muito importante!

Família.jpg

 

 

07
Fev22

Mais uma semana que começa.

Mäyjo

Mais uma semana que começa.

Mais sete dias para novos desafios e oportunidades. Confesso que gosto dos começos, ou recomeços. Sinto sempre que podemos fazer diferente. Podemos mudar. Podemos apostar em novas coisas. 
Recomeçar, mesmo sabendo que podemos ter dias em que nos tiram o chão, ou que os apertos de coração falam mais alto.

Recomeçar implica tantas vezes mudar. Um dos melhores exemplos para mim, é os das lagartas, que depois de um processo de mudança se transformam em lindas e graciosas borboletas. Por isso, vamos inspirar fundo e pensar que os inícios de semana são só mais uma forma de recomeçar como tantos que vamos tendo ao longo da nossa vida.

Começar a semana de forma positiva, ajuda-nos a sermos mais felizes. 

Mais uma semana que começa.jpeg

 

21
Dez21

Nesta altura do ano...

Mäyjo

Nesta altura do ano, há uma variedade de fatores que muitas vezes levam a que esta época de festas se transforme numa época nem sempre muito fácil e feliz.

Esta época está recheada de coisas doces, mas não só... traz muitas vezes desafios apensos. Há algumas vivências menos agradáveis que esta quadra pode trazer:

As pessoas que já cá não estão e cujas saudades doem um bocadinho mais nesta altura do ano...

As pessoas que não queremos desapontar na época de festas, mesmo que as afinidades sejam agridoces...

A diversidade de atividades em que nos obrigamos (ou sentimos obrigados) a participar (ou organizar) mesmo que não nos façam felizes...

A solidão e isolamento das nossas vidas que muitas vezes tentamos camuflar e que careceriam de mais proximidade afetiva...

A expetativa social que nos leva a imaginar um Natal “perfeito”, rematado com a foto da típica família feliz, vestida com as típicas camisolas vermelhas e enfeites de Natal na cabeça...

Há algum tempo alguém (ainda muito jovem) perguntava-me pelo presente que esperava ter recebido, mas que a pandemia não tinha deixado, e quase de imediato disse: “É verdade tu não dás prendas!” O “hábito” já vem de família, pois um familiar mais velho (há muito anos) disse-me uma vez: “Parti o prato que me deste, mas ainda bem que foi esse; se fosse o que a A. me tinha dado era pior, pois era de cristal!” O prato a que ela se referia tinha sido um presente de Natal e tinha sido pintado por mim...

Depois deste episódio fiquei a pensar: Porque tenho de corresponder a estes valores que não correspondem aos meus?

Viver a tradição dos tempos modernos desta forma aumenta a pressão que sentimos, oferecer o presente adequado, corresponder ao que se espera de nós, socialmente, para nos sentirmos validados porque oferecemos a prenda mais cara...

A minha história pessoal ensinou-me a abordar esta época de maneira diferente: oferecer experiências, doar o meu tempo, a minha presença! Fazer os meus próprios presentes ou surpreender com presentes inesperados, mas com significado especial!Na minha opinião é cada vez mais importante apreciar a partilha sincera. Desligar o significado do momento do materialismo instalado.

É preciso cada vez mais estar presente, de facto, e não apenas presentear.

Neste Natal que sejamos gentis, generosos e pacientes com os outros, mas principalmente connosco!

Cuidemos dos outros, mas também de nós!

Façamos os outros felizes, mas façamo-nos também felizes a nós próprios!!

Boas Festas!

image.jpeg

... e um doce Natal!

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2022
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D