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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

14
Abr22

O sótão

Mäyjo

Diz-se que os "macaquinhos" de uma criança (e não só), são guardados no sótão, mas afinal ao que parece são transportados na cabeça.

Mas neste local, normalmente, há objetos “esquisitos” carregados de histórias. Lembro-me do sótão da casa da minha avó materna... Era um espaço escuro de que eu, quando era pequena, tinha medo... com arcas, cheias de memórias, em que raramente me deixavam mexer... Talvez por que ela tivesse medo que eu desordenasse essas memórias e dessa forma elas deixassem de existir...

Na verdade, foi apenas após a sua morte que eu, realmente, “visitei” aquele espaço; que eu, já sem a ajuda dela, “desarrumei” essa parte das minhas origens. E afinal existia – nestes locais, existe sempre! - uma arrumação. Primorosamente... desarrumada. Eram imensas caixas que guardavam tantas coisas (seguramente, preciosas, pelo menos para ela). Devia ser obrigatório existir em todas as casas um sítio assim... Fechado à chave. Um espaço onde o passado se guarda para o futuro de modo a perpetuar as memórias de uma família e o seu “ADN”. E isso é, mesmo, muito bom.

O sotão.jpg

 

27
Nov09

Um dos meus anjos da guarda

Mäyjo

Não vou dissertar neste tema fascinante porque não o pensei bastante e porque não me julgo com arcaboiço para tal “mergulho”. Mas posso dizer que sou daqueles agnósticos que chamam energia à alma e a Deus, Amor. Posso dizer que sou uma agnóstica mais difícil de converter à causa ateísta do que à crença de que existe algo que nos transcende e que se movimenta numa outra dimensão. Pois, embora não compre as versões usuais de Deus, como milhões o acreditam, sou muito céptica quanto à inexistência de vida para lá da morte.

Tenho uma porta aberta na minha fé para a existência de uma forma de energia em que nos transformamos e que conserva as nossas memórias e a nossa essência. Chamo-lhes Anjos.
 
Eu gosto de acreditar em anjos, sobretudo os da guarda. As melhores pessoas que nos amaram aqui e que conseguem perpetuar esse amor e convertê-lo na força com que nos amparam enquanto cá andamos.
 
E porque me deu para aqui hoje?
É que hoje faz anos que nasceu um desses anjos a que me refiro e a sua herança terrena constitui para mim um forte motivo para querer expressar-lhe a minha gratidão sob esta forma.   
 

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