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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

31
Dez17

Em 2017...

Mäyjo

Em cada ano que começa, gosto de olhar para trás. Contemplar e refletir.

É um exercício que me faz pensar no que fiz, no que quero fazer, no fundo, que rumo e sentido quero continuar a dar à minha vida.

Acredito sempre que todos os anos nos trazem coisas boas. Acredito, também, que cada um de nós consegue fazer as escolhas certas de modo a ser feliz. Mesmo quando há coisas que não controlamos ou que não dependem de nós.

Acredito que há sempre caminhos... se nos deparamos com um muro? Esperamos. Ponderamos e arranjamos maneira de o superar. Nem que para isso tenhamos que construir degraus.

Na vida há sempre dias menos bons, em que nos falta a energia, em que colocamos em dúvida muitas coisas, mas também há outros, em que parecemos estar ligados à corrente e sentimos cá dentro uma voz forte e determinada que nos diz: Tu consegues! Tu consegues! Vai, força! Esses são os melhores dias! E que esses, ao fim de um do ano, sejam sempre a dobrar em relação aos outros.

A nossa atitude perante a vida faz toda a diferença. Como diz o ditado: “Ao ver um copo com água, gosto sempre de pensar que está meio cheio e não meio vazio!”

A gratidão é um sentimento de reconhecimento pelo bom que a vida nos oferece. Sinto-me grata pelas coisas boas que 2017 me trouxe. Pelas oportunidades. Pelos momentos doces que vivi. Por ter aqueles de quem gosto, perto de mim. Por acordar todos os dias junto da pessoa que escolhi para partilhar a minha vida!

Sabe bem saber que “a minha mais velha” e “o meu mais novo” irão estar lá quando eu preciso e que me estendem a mão e me dizem muitas vezes: "Tu és capaz"!

Nos balanços finais de um ano, entre as coisas boas e menos boas, só gosto de contar e relembrar o que de bom pude viver. É disso que se alimenta a minha energia, a minha vontade e força para continuar.

Vivi momentos felizes com alguns amigos. Reencontrei-me com outros, distantes pelo passar dos dias, mas sempre presentes no lado esquerdo do meu peito.

Em 2017 não pude abraçar o meu pai, mas continuei a poder abraçar a minha mãe... e dizer-lhe, muitas vezes, gosto de ti!

Em 2017 olhei para o azul do céu. Vi o pôr do sol no final de um dia de praia. Ri-me. Fiz rir. Olhei a noite estrelada numa noite quente de Verão. Ouvi, pela primeira vez, fado ao vivo. Cantarolei, no carro, vezes sem conta. Viajei muito... Coloquei flores nas jarras que tenho espalhadas pela casa. Brinquei e corri com os meus cães na praia. Vi as flores e a minha horta crescer. Apanhei fruta madura nas árvores.

Em 2017 tentei agarrar a felicidade das pequenas coisas. Dos pequenos nadas que somados se tornam gigantes.

 

Que 2018 seja um ano que nos continue a permitir sonhar!

Não vou esperar por 6ªfeira para ser feliz! Vou fazer da minha vida uma festa!!.jpg

01
Jan17

Desejo para 2017...

Mäyjo

AMOR!*

 

 

IMG_7262.jpg 

*há dias perguntaram-me se ainda acreditava e se ainda tinha esperança "nisto".

É óbvio que sim - mesmo sem o ter, mesmo sem o sentir - porque se deixar de acreditar, aquilo a que eu chamo vida perde sentido

30
Dez16

Para 2017

Mäyjo

Com o aproximar do final do ano tenho o hábito de escolher uma palavra que resume o que quero para o novo ano de forma mais abrangente. A palavra para 2017 é Esperança.

 

Ou nas palavras do poeta brasileiro Mário Quintana:

 

“Ter esperança é acreditar. Ter esperança é procurar aproveitar muito melhor tudo o que a vida nos oferece. Ter esperança é persistir.”

 

Para além disso, procuro fixar propósitos que me permitam subir mais uns quantos degraus na busca do que me ajuda a ser feliz. Propósitos que não são mais do que pequenas resoluções que gostaria de cumprir a curto prazo, ou seja no decorrer do ano e que se prendem sempre com aspetos práticos da minha vida.

Procuro sempre uma resposta à questão:

O que quero para o próximo ano?

 

Então este ano decidi encontrar um método:

  • escrever uma lista de coisas que gostaria de fazer, mas sem nenhuma ordem em especial.
  • Mas tenho de ter em mente se o que estou a pensar é realista ou não. Por exemplo, se não depende só de mim, não o vou colocar. Por outro lado, tenho de ter presente os motivos que me levaram a escolher cada um desses projetos. Se não me comprometer com o que quero, o mais certo é nem me esforçar para os tentar realizar. Há sempre projetos que se procrastinam...
  • Por vezes define-se e nem sempre se alcança, mas isso não tem se ser forçosamente algo negativo. Os objetivos são intenções que ajudam a agir, a decidir, mas não podem ser motivos destress ou de ansiedade que acabem por paralisar.

Há muito que quero de ter um Projeto 365 de fotografia. Mas, com os compromissos profissionais, tenho perfeita noção que não consigo tirar uma foto que documentasse algum aspeto do meu dia...

Por isso há que procurar outras soluções.

Vi um projeto intitulado “A Espuma dos Dias”, é organizado por meses e vão sendo colocadas fotos, na página de Facebook. E não é que é engraçado?! Não é um “Projeto 365”, mas é um “Projeto tipo 365”.

  • Depois de definir os objetivos vou escrevê-los numa das primeiras páginas da minha agenda, para de vez em quando os ir relembrando e no final do ano fazer o balanço do que me propus a atingir.

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