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Dez09
Da janela do meu escritório
Mäyjo
Da janela do meu escritório, por entre as cortinas, o sol costuma espreitar, acariciando-me.
Retenho-o no meu corpo.
Alimento-me do seu calor, ilumino-me com a sua luz, permito-lhe e sou cúmplice dessa sua ousadia.

