Esta é mais uma carta para mim... pois às vezes tenho "memória curta" e esqueço-me dos conselhos que tantas vezes digo!
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Não te culpes pelo que já não tens. Tudo o que parte cumpre o seu tempo.
Responsabiliza-te apenas pelo que ainda podes construir.
Não desistas de ti — és o teu próprio ponto de partida e de chegada.
Não desperdices tempo com quem não faz nada para te merecer.
Não te prendas ao que perdeste. O que é verdadeiro, permanece e, no final, talvez não tenhas perdido nada.
Não aceites menos do que aquilo que sabes merecer.
Não recuses novas oportunidades só porque teimas nas antigas. O novo só se revela quando deixas de insistir no que já terminou.
Esquece quem te magoou; perdoar é libertar-se.
Deixa ir quem partiu — a ausência também ensina.
Não chores por quem apenas te causa lágrimas.
Não ames a ideia do que poderias ser; ama a verdade do que já és.
Lembra-te de quem nunca se esquece de ti.
Esquece quem te esqueceu — o esquecimento também é uma resposta.
Sê uma boa pessoa, mas sem ingenuidade.
Não peças amor — a afeição genuína não se mendiga.
Exige apenas honestidade.
Não esperes por quem teve pressa em partir,
nem por quem não sabe se quer ficar.
Não permaneças onde és magoado todos os dias.
Não te reduzas para caber no pequeno espaço que alguém te oferece.
Não dês mais oportunidades a quem nunca soube valorizá-las.
Não aceites pouco, quando sabes que há mais.
Proíbe-te de ser o teu próprio obstáculo.
Se já não te traz alegria, deixa ir.
Se já não encontras razão para ficar, isso é razão suficiente para partir.
Não dês atenção a quem te julga por reflexo das suas próprias falhas.
Faz-te ouvir — o silêncio pode ser digno, mas não deve ser prisão.
Não acumules riqueza. Acumula recordações.
A felicidade não mora na duração, mas na presença.
Por mais infeliz que tenhas sido, ainda estás a tempo de ser feliz — agora.
Não invistas em prolongar o tempo. Investe em viver o momento.