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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

16
Out22

Nada ou tudo…

Mäyjo

Nada ou tudo…

tem muita coisa pelo meio!

Fico-me pelo começo...

pois foi o que imaginei primeiro.


Se estiver exageradamente afastado…

desloco-me até lá.


Se não gostar da cor…

pinto.


Se for triste…

sorrio até me parecer outra coisa.


Se for inútil…

deixo ficar assim mesmo.


Se for brilhante…

alegra-me.


Se for demasiado perto…

aí, com certeza, vou abraçar.


Se for demasiado ruidoso…

tiro o volume até me soar a música.


Se for demasiado será o futuro.


...o futuro é daqui a um segundo, por isso falta bastante pouco.

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15
Out22

Caminho

Mäyjo

caminho - em Lituânia.jpg

“Eu vejo meu caminho, mas não sei onde ele leva. Não saber para onde vou é o que me inspira a percorrê-lo.”

 

Foto captada em MŪŠA TYRELIS, na Lituânia, em Maio de 2018

 

 

05
Out22

Cuidar...

Mäyjo

Cuidar, é um verbo que associo à família.

A família são laços de amor incondicional para a vida. Sobre este tema, José Luís Peixoto escreveu assim:

« (...)
na hora de pôr a mesa, éramos cinco: o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs e eu.

depois, a minha irmã mais velha casou-se.

depois, a minha irmã mais nova casou-se.

depois, o meu pai morreu.

hoje, na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está na casa dela, menos a minha irmã mais nova que está na casa dela, menos o meu pai, menos a minha mãe viúva.

cada um deles é um lugar vazio nesta mesa onde como sozinho.

mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos sempre cinco. »


in A Criança em Ruínas

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