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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

30
Mar10

Nem sempre...

Mäyjo

 

Nem sempre sei quando devo parar.
Nem sempre controlo a minha impulsividade.
Nem sempre as minhas palavras são meigas ou esperadas.
Nem sempre consigo evitar ser dura e crua.
Nem sempre estou disposta a apenas ouvir.
Nem sempre sou condescendente ou tolerante.
 
Nem sempre.
E hoje foi mais um dia desses.
 
E não é algo de que me orgulhe. É a minha natureza.
29
Mar10

Primeiros sinais!

Mäyjo

Já:
... não consigo dormir com o edredão em cima;
... limpei a lareira;
... não consigo dormir com pijama;
... deixei de usar kispos para sair à rua;
... ando a apanhar tufos de pêlo do Rafa por todo o lado.
Lá fora:
... às oito 
ainda é dia;
... as árvores já começaram a florir;
... já apetece ir p´rá praia;
... estão 18ºC às sete da noite;
Não tarda nada:
... manga curta e chinelos;
... esplanada;
... Algarve!!

minha gente, TÁ QUASE!!!! 

 

27
Mar10

Cedências

Mäyjo

O shark postou “A CORDA QUE PODE PARTIR”, no dia 30 de Março de 2009 e dizia assim:
"A questão das cedências que todos temos que fazer para que resultem todo o tipo de relações é das mais melindrosas, precisamente porque não existe uma unidade de medida ou um instrumento de medição que permita avaliar a cada momento o equilíbrio nas proporções.
Acabamos, cedo ou tarde, por descobrir que cedemos a menos ou, pelo contrário, a mais.  
E essa constatação acaba muitas vezes por constituir o embrião de uma revolta surda cujo desfecho, na maioria dos casos, é o fim das próprias relações que as cedências visavam viabilizar."
Isto dá que pensar. Penso em todos aqueles pais que andam frequentemente no fio da navalha…
É difícil ser-se pai/mãe nos dias que correm, dava jeito uma balança para se aferir as cedências…
26
Mar10

A nossa vida

Mäyjo

 

Explica-me porque é que a nossa vida é um mar em constante tempestade com pausas de calma que se transformam em erupções de vulcão.
Porque é que não podemos ser maioritariamente fogo e não água?
23
Mar10

O valor das palavras

Mäyjo

 

É preciso ter cuidado com as palavras. Sobretudo quando estão carregadas.
As palavras são para ser ditas com inteligência e com verdade, em todas as circunstâncias; já que depois de ditas deixam de nos pertencer.

Não há que ter medo das palavras, elas não matam! E eu sou da opinião que mais vale um desapontamento, que viver iludido toda a vida.
 imagem daqui
 

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