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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

28
Fev10

Pensamentos - 14

Mäyjo

«Estou aqui, não porque tenha obrigação de estar, não porque me sinta encurralado nesta situação, mas porque prefiro estar contigo a estar em qualquer outra parte do mundo inteiro.»

 

 

 

 

Richard Bach (in A Ponte para a Eternidade)

26
Fev10

A minha vida agora

Mäyjo

Peço desculpa aos habituais visitantes, pois não tenho feito muitas actualizações por aqui.

É que a minha vida saiu por uns tempos do ram-ram habitual. Foi um período de muito trabalho. 
O final de período, com as avaliações e tudo o resto, depois o Natal e a seguir a PDA.
Pensava eu que a seguir tudo voltava ao normal, mas não!
É que ter em casa uma espécie de “figura da noite”, não o permite!
Para aqueles eu me conhecem, sabem que o espírito jovem não desapareceu e …
 
Pois é, primeiro estranha-se e a seguir entranha-se…
não foi bem assim, porque entranhado sempre esteve (só que não se via).
Apenas vivi uma “hibernação” mais longa.
Há 16 anos que esperava por esta altura.
Agora que chegou… fico cansada, mas arrebatada.
Foi diferente, nunca pensei que fosse vivido desta forma, por dentro. E ser conhecido no meio muda as coisas e (re)viver as coisas assim… tem mais sabor!
Vou dando notícias!
21
Fev10

O Papel da progenitora

Mäyjo

Hoje decidi postar sobre o papel da progenitora.

Penso várias vezes sobre o meu desempenho nessa área.
Será que estou a agir correctamente?
Quando me dão acessos de insegurança, já tenho perguntado ao meu filho qual é a opinião dele. E, até agora, ainda não recebi queixas! (também pudera!)
Mas às vezes pergunto-me se o meu modo de actuar é o melhor, afinal já entrei no “entas”.
Depois penso que a idade no BI pode não ser aquela que realmente temos e sentimos cá dentro.
Sei que gostava de saber o que sei hoje quando tinha a idade dele ou então que alguém mo tivesse dito e explicado. Se calhar tinha desfrutado de um modo diferente e mais proveitoso (pelo menos tinha evitado algumas perdas de tempo e “nódoas negras” sentimentais!).
Quando conversamos digo muitas vezes que estou “a vender o jogo ao inimigo” mas faço-o porque é meu filho, sou sua amiga e um amigo faz tudo para ajudar os seus amigos.
Será que é errado ser amiga(o) dos filhos?
09
Fev10

A opinião de Savater sobre a indisciplina

Mäyjo

Acabei de ler este mail na minha caixa de correio e não posso deixar de o postar aqui:

___________________________________________________________

 

Fernando Savater: sobre a indisciplina 

 

Não deixem de ler, é mesmo muito importante e provavelmente nada do que vão ler é novidade.
 


 
Filósofo Fernando Savater: sobre a indisciplina
 

A indisciplina nas escolas (vista por F. Savater)

Especialistas reunidos em Espanha


Aumento da violência nas escolas reflecte crise de autoridade familiar

Especialistas em educação reunidos na cidade espanhola de Valência defenderam hoje que o aumento da violência escolar deve-se, em parte, a uma crise de autoridade familiar, pelo facto de os pais renunciarem a impor disciplina aos filhos, remetendo essa responsabilidade para os professores.
Os participantes no encontro 'Família e Escola: um espaço de convivência', dedicado a analisar a importância da família como agente educativo, consideram que é necessário evitar que todo o peso da autoridade sobre os menores recaia nas escolas.

'As crianças não encontram em casa a figura de autoridade', que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.

'As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa', sublinhou.

Para Savater, os pais continuam 'a não querer assumir qualquer autoridade', preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos 'seja alegre' e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores.

No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador, 'são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os', acusa.

'O abandono da sua responsabilidade retira aos pais a possibilidade de protestar e exigir depois. Quem não começa por tentar defender a harmonia no seu ambiente, não tem razão para depois se ir queixar', sublinha.

Há professores que são 'vítimas nas mãos dos alunos'.

Savater acusa igualmente as famílias de pensarem que 'ao pagar uma escola' deixa de ser necessário impor responsabilidade, alertando para a situação de muitos professores que estão 'psicologicamente esgotados' e que se transformam 'em autênticas vítimas nas mãos dos alunos'.

A liberdade, afirma, 'exige uma componente de disciplina' que obriga a que os docentes não estejam desamparados e sem apoio, nomeadamente das famílias e da sociedade.

'A boa educação é cara, mas a má educação é muito mais cara', afirma, recomendando aos pais que transmitam aos seus filhos a importância da escola e a importância que é receber uma educação, 'uma oportunidade e um privilégio'.

'Em algum momento das suas vidas, as crianças vão confrontar-se com a disciplina', frisa Fernando Savater.

Em conversa com jornalistas, o filósofo explicou que é essencial perceber que as crianças não são hoje mais violentas ou mais indisciplinadas do que antes; o problema é que 'têm menos respeito pela autoridade dos mais velhos'.

'Deixaram de ver os adultos como fontes de experiência e de ensinamento para os passarem a ver como uma fonte de incómodo. Isso leva-os à rebeldia', afirmou.

Daí que, mais do que reformas dos códigos legislativos ou das normas em vigor, é essencial envolver toda a sociedade, admitindo Savater que 'mais vale dar uma palmada, no momento certo' do que permitir as situações que depois se criam.

Como alternativa à palmada, o filósofo recomenda a supressão de privilégios e o alargamento dos deveres.

 

Concorda? Então divulgue...

 

 

Que mais se pode dizer?....

08
Fev10

Um ano depois...

Mäyjo

QUANTO NÃO HÁ ESPÍRITO NADA A FAZER: NÃO FESTEJAMOS, MAS LEMBRAMOS....

 

UM ANO DE BLOG!!!!!! (NÃO ME LEMBRO DE MUITAS COISAS A QUE ME TENHA DEDICADO DURANTE TANTO TEMPO).
 
EM JEITO DE BALANÇO, QUE NADA EMBALA, TENHO-ME DIVERTIDO MUITO, E DESESPERADO MUITO MAIS. MAS É BOM, MUITO BOM!
 
AGRADECIMENTOS: A MIM MESMA, AO MEU SER, À MINHA ESTRANHA FORMA DE VIVER COM UMA IDEIA NOVA SEMPRE NA CABEÇA, MAS COM FALTA DE PAPEL PARA A ANOTAR, À NET...
 
AGORA A SÉRIO: A ALGUÉM QUE CÁ VENHA, A QUEM GOSTA, A QUEM ME ODEIA, AOS INDIFERENTES E AOS PARVOS, A QUEM DEIXA COMENTÁRIOS, A QUEM COMENTA PESSOALMENTE, AOS MEUS AMIGOS QUE FINGEM, QUE GOSTAM, AOS QUE ADORAM E NÃO ME DIZEM...
 
JÁ CHEGA, NÃO???

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