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Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

Ele há dias...

... em que me apetece dizer disparates e escrever o que me vem à cabeça, sem me preocupar em ser politicamente correcta. Este espaço vai servir para isso (pelo menos não gasto papel!).

29
Nov09

De mim para mim

Mäyjo

 

Olha para a terra que não se deixa vencer.
E confia que és capaz de encontrar em ti toda a paz necessária para conseguires viver esta história como um romance interminável, melhor ainda em cada dia a seguir.
Como um tempo agradável para viveres a sorrir.
28
Nov09

Pensamentos - 12

Mäyjo

 

Escreve, se puderes, coisas que sejam tão improváveis como um sonho, tão absurdas como a lua-de-mel de um gafanhoto e tão verdadeiras como o simples coração de uma criança
Ernest Hemingway
27
Nov09

Um dos meus anjos da guarda

Mäyjo

Não vou dissertar neste tema fascinante porque não o pensei bastante e porque não me julgo com arcaboiço para tal “mergulho”. Mas posso dizer que sou daqueles agnósticos que chamam energia à alma e a Deus, Amor. Posso dizer que sou uma agnóstica mais difícil de converter à causa ateísta do que à crença de que existe algo que nos transcende e que se movimenta numa outra dimensão. Pois, embora não compre as versões usuais de Deus, como milhões o acreditam, sou muito céptica quanto à inexistência de vida para lá da morte.

Tenho uma porta aberta na minha fé para a existência de uma forma de energia em que nos transformamos e que conserva as nossas memórias e a nossa essência. Chamo-lhes Anjos.
 
Eu gosto de acreditar em anjos, sobretudo os da guarda. As melhores pessoas que nos amaram aqui e que conseguem perpetuar esse amor e convertê-lo na força com que nos amparam enquanto cá andamos.
 
E porque me deu para aqui hoje?
É que hoje faz anos que nasceu um desses anjos a que me refiro e a sua herança terrena constitui para mim um forte motivo para querer expressar-lhe a minha gratidão sob esta forma.   
 
25
Nov09

Sou descontraída

Mäyjo

 

Descontracção não equivale necessariamente a balda e tudo passa pela confiança que conseguimos transmitir, juntamente com a bagagem necessária para nos demonstrarmos capazes para a função.
Se eu fosse atrás do receio natural de que algo pudesse correr mal, certamente correria. É fatal como o destino!
 
 
PS- Foi há uma semana... ainda se lembram?
24
Nov09

Felicidade

Mäyjo

 

Recebi um mail com este texto e achei-o tão bonito que quero partilhá-lo convosco.
 
É verdade, há uma parte da felicidade que se aprende e nem sequer é preciso ir à escola. Aprende-se no dia a dia entre risos e sofrimento, entre filhos e amigos, entre gente simples e a natureza. Aprende-se vivendo. Há uma parte da felicidade que é feita de momentos tão simples como um raio de sol que entra pela janela, ou uma borboleta que volteia numa flor ou numa criança que nos sorri sem nos conhecer.
Há momentos em que olhamos à nossa volta e percebemos a sorte que temos por termos nascido num pais onde não há guerra, onde existem jardins em vez de campos de minas e os nossos filhos saem à rua com uma bola na mão e não com uma arma. A felicidade aprende-se no dia a dia, quando nos damos conta que a montanha de roupa para passar não é uma seca, é uma bênção porque há quem ande nu e que a chatice de cozinhar é uma coisa maravilhosa porque temos com que o fazer. A felicidade não tem que ser grandiosa, não tem que nos fazer pular em praça pública, é antes serena e tranquila. É um sentimento que nos invade e aquece o nosso intimo, nos faz sorrir com a certeza que tudo está bem e nos seus devidos lugares. É um sentimento de gratidão para com ninguém em especial por sermos quem somos, por termos na vida quem temos. É uma sensação maravilhosa de paz de espírito que nos torna mais leves que as penas das aves do paraíso. A felicidade aprende-se cada dia mais um bocadinho. Às vezes esquecemos isto tudo por momentos, mas não é grave desde que seja mesmo só por breves momentos e no fim consigamos sentir de novo que somos capazes de ser felizes.
Há outra parte que não depende de nós. É aquela parte que depende da sorte em que vamos tropeçando. Sobre essa não temos controle, mas não faz mal, porque já temos a outra parte, aquela que está dentro de nós, onde ninguém a pode ir buscar e destruir. Se de vez em quando conseguirmos ter as duas, então somos mesmo muito, muitos sortudos e devemos aproveitar ao máximo esse tempo de sorte, porque é raro. E como tudo o que é raro, é precioso!
 

 

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